Segundo relatos, ela utiliza sistemas do governo de forma indevida, valendo-se de um usuário que pertenceria a uma ex-funcionária do CRAS chamada
Franciele, que não atua mais no órgão.
As informações, obtidas por fontes locais e por beneficiários prejudicados, revelam que a mulher teria cadastrado pessoas de outros municípios, como Palmeirândia, Peri Mirim e São Luís, burlando regras do programa. Beneficiários relatam que receberam os pagamentos durante dois anos e, agora, estão sendo coagidos a pagar para manter o benefício, mesmo sem atualizações formais no sistema.
Além disso, há indícios de envolvimento de vereadores de municípios vizinhos no esquema, o que amplia a gravidade do caso. A suspeita é de que estejam sendo criados CPFs falsos para gerar cadastros fantasmas e liberar pagamentos indevidos do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinados a pessoas que sequer existem.
A Polícia já está investigando o caso e apura o uso ilegal dos sistemas de assistência social. Caso confirmadas as fraudes, os envolvidos poderão responder por estelionato, falsidade ideológica, associação criminosa e improbidade administrativa. A população aguarda por esclarecimentos e medidas firmes das autoridades.
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