BOMBA: Trabalhadores denunciam condições desumanas em obra do Comando Geral da PM: “fomos jogados em barracos como lixo”

Compartilhe nas redes sociais

situação vivida pelos trabalhadores da obra do novo Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão é alarmante e revoltou até os próprios operários. Segundo denúncias feitas pelos trabalhadores, a empresa responsável pela obra, Ágil Construções, estaria submetendo os funcionários a condições degradantes, ferindo gravemente a legislação trabalhista e os princípios mais básicos dos direitos humanos.

De acordo com relatos, os trabalhadores foram alojados em barracos improvisados nas proximidades do Parque do Rangedor, sem qualquer estrutura digna para repouso, alimentação ou higiene. “Fomos jogados ali como se fôssemos lixo. Nem água direito tem, é um descaso total”, afirmou um dos operários, que preferiu não se identificar por medo de represálias.

https://youtube.com/watch?v=3n-_0xmcUPs%3Ffeature%3Doembed

Além da moradia precária, os trabalhadores denunciaram a total ausência de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), obrigatórios por lei em qualquer obra. Capacetes, luvas, botas e cintos de segurança simplesmente não foram fornecidos pela empresa, expondo os operários a riscos diários de acidentes graves.

As denúncias apontam ainda o descumprimento de direitos trabalhistas como o fornecimento adequado de alimentação, descanso semanal, jornada controlada e acompanhamento médico. “Estamos trabalhando como escravos, sem qualquer fiscalização. A Ágil Construções nos trata como descartáveis”, desabafou outro trabalhador.

A gravidade das denúncias exige uma resposta urgente dos órgãos competentes, como o Ministério do Trabalho e o Ministério Público do Maranhão. É inaceitável que, em pleno 2025, trabalhadores sejam submetidos a tamanha exploração, especialmente em uma obra pública que deveria, acima de tudo, respeitar as leis do país.

A reportagem tentou contato com a empresa Ágil Construções, mas até o fechamento desta matéria não obteve resposta.

As denúncias seguem repercutindo nas redes sociais e causam indignação à população. Os trabalhadores pedem socorro e justiça: querem apenas o básico — respeito, segurança e dignidade.