
Duque Barcelar , MA – Enquanto a gestão do prefeito Flávio Furtado promove a revitalização de escolas na cidade, uma realidade deplorável vem à tona no povoado Salamandra. Alunos da escola local estão sendo obrigados a usar banheiros improvisados, feitos de palha, em condições sanitárias absolutamente inaceitáveis. O caso levanta sérias questões sobre a transparência no uso das verbas públicas e a prioridade da atual administração.
A obra, que deveria garantir a dignidade dos estudantes, parece não ter chegado até o povoado. As imagens dos banheiros de palha contrastam de forma gritante com os anúncios de reformas e investimentos feitos pela prefeitura. Além do problema de infraestrutura, os alunos do povoado Salamandra também sofrem com a falta de transporte escolar de qualidade, um problema crônico que se soma às péssimas condições da escola.
Acusações de Corrupção no Centro do Debate
Este novo escândalo reforça as críticas à gestão do prefeito Flávio Furtado, que já enfrenta acusações de corrupção. A última delas envolve um posto de combustível, apontado como possível “laranja” em contratos milionários, que ultrapassam os R$ 20 milhões. A falta de transparência na aplicação dos recursos públicos é uma marca registrada das denúncias contra o prefeito.
A população de Duque Barcela , que há anos vive sob o peso de escândalos e má gestão, se questiona quando essa situação terá um fim. Em meio ao cenário de abandono, a fiscalização do valor do Betim continua atuando e expondo as irregularidades. Apesar das adversidades, Betim reafirma seu compromisso de investigar e fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, prometendo não recuar em sua missão de trazer a verdade à tona.
O prefeito Flávio Furtado ainda não se manifestou publicamente sobre o caso dos banheiros de palha, mas a pressão popular e as investigações continuam a crescer. A situação na escola do povoado Salamandra serve como um doloroso lembrete de que, para muitas crianças que buscam uma vida melhor através da educação, os sonhos estão sendo adiados pela má administração
