A MAIOR FLOPAGEM DE UM EVENTO GOVERNAMENTAL EM SÃO JOSÉ DE RIBAMAR.O que se viu na tarde de hoje em São José de Ribamar, especificamente no J. Lima, Vila Sarney 2 e Vila Kiola, não foi apenas um evento esvaziado; foi um atestado de miopia política. O Governo do Estado, ao tentar realizar ações na cidade balneária ignorando a figura do prefeito Dr. Julinho, colheu o que plantou: o desinteresse popular.
Enquanto o palanque estadual, inflado por figuras do passado como o ex-prefeito Luiz Fernando, amargava um público de menos de 50 pessoas, o Dr. Julinho arrastava multidões na Vila Flamengo.
No mesmo horário do evento do Governo do Estado, Dr. Julinho entregava mais títulos de regularização fundiária onde já detém o recorde de propriedades regularizadas.
O contraste é pedagógico: o povo sabe quem entrega o título de propriedade na mão, quem está no dia a dia da gestão e, acima de tudo, quem detém o voto.
O Perigo de Ignorar um “Gigante” da Região Metropolitana;
Dr. Julinho não é apenas um prefeito; ele é o recordista de votos da história de Ribamar, tendo sido reeleito com mais de 51 mil votos (54,27%). Tentar isolá-lo em seu próprio território é um erro tático que pode custar caro ao governador Carlos Brandão.
O aviso é claro: sem o apoio do prefeito de Ribamar, o projeto de sucessão estadual corre sérios riscos.
O Fantasma de 2026: Braide no Retrovisor
O governo precisa acordar para a realidade das pesquisas.
O cenário para outubro de 2026 mostra o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, liderando as intenções de voto para o Governo do Estado. Braide, hoje avaliado como um dos melhores prefeitos do Brasil, é uma ameaça real ao herdeiro político de Brandão, o sobrinho Orleans Brandão.
Se o Palácio dos Leões continuar a tratar com “falta de sensibilidade” líderes da magnitude de Dr. Julinho, estará empurrando São José de Ribamar, o terceiro maior colégio eleitoral do estado, diretamente para os braços da oposição.
O Recado das Urnas: Orleans Brandão tem juventude e a máquina, mas Eduardo Braide tem o recall e a aprovação da capital. No meio desse fogo cruzado, o Dr. Julinho é o fiel da balança.
Conclusão;
A soberba de secretários que se acham maiores que o voto popular é o caminho mais curto para a derrota. Se o Governo do Estado quer viabilizar seu sucessor, precisa aprender a respeitar quem manda no “chão da fábrica”. Ribamar tem dono, tem voto e tem nome: Dr. Julinho. Ignorá-lo em convites é infantilidade; ignorá-lo na estratégia política é suicídio eleitoral.
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